sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Feliz natal

Oi, bom dia, tudo bem? Espero e desejo que sim. 

Então, ontem, no solstício, iniciou oficialmente o verão no hemisfério sul, terminando a linda e bela estação da primavera onde a natureza estava em festa, com flores colorindo, perfumando e polinizando o ambiente, com animais cantando e encantando seus pares e a nossos ouvidos. 

Agora chega a época de crescimento de frutos e filhotes, numa renovação constante da vida no planeta. O sol chega para nos aquecer, iluminar, dourar a pele, proporcionar bons momentos ao ar livre, onde podemos aproveitar para andar, correr, amar, sem esquecer de hidratar. 

Que seu final de semana pré natalino seja cheio de "presença do espírito" de paz, amor, união e tudo de melhor que a vida possa lhe proporcionar. 

Que o significado do Natal esteja presente no seu coração e que o Grande Criador do Universo abençoe seu final de semana enviando hordas de querubins para alegrar sua vida. 

Deixo uma bela canção sobre o verão como presente de Feliz Natal. 

Namastê - AdilsonDi.Com


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Invenção do Tempo

Qual foi a verdadeira intenção dos antigos para criação do calendário? Será que em tempos pagãos as culturas preocupavam-se com o tempo? Sei lá, acho que não, pois numa rápida pesquisa pude constatar que nosso calendário atual, chamado gregoriano, surgiu somente em 1582 D.C.; o anterior a ele, chamado juliano, em 45 A.C.; anteriormente a eles o romano que data de 753 A.C., onde um ano era composto por somente 304 dias, divididos em 10 meses; e antes destes, havia uma bagunça generalizada, onde registros mais antigos levam aos sumérios na Mesopotâmia em 2700 A.C.

Agora entendo porque a Bíblia diz que Matusalém viveu quase 190 anos e, seu filho Lameque, passou dos 999 anos, ou seja, o tempo era contato de forma diferente, pois com certeza, dentro da qualidade de vida que tinham em tempos remotos, jamais teriam passado de 40 ou 50 anos.

Más enfim, pra que será que os benditos padres invetaram esta contagem para dizer que estamos ficando velhos ou que chegou “tal data para comemorarmos e CONSUMIRMOS“.  Sim, o consumo que eleva reis e humilha os pobres, sempre foi a mola propulsora da evolução humana. Praticamente incapazes de prover seu sustento de forma silvícola, o ser humano acabou partindo para a caça (morte, violência, agressão ao meio ambiente...) afim de alimentar-se. Outros partiram para agricultura monocultural, afim de produzir alimentos para suprir suas famílias, clãs, tribos, e assim começaram a medir volumes de colheitas, o tempo de produção e comercialização.

Mesmo com a evolução agrária, os antigos atribuíam ao transcendental o que produziam, então, porque ao longo dos tempos, foi-se esquecendo que o alimento é fruto de uma dádiva divina, e começou-se a achar que o mesmo é fruto do dinheiro de nossos pais e de nosso trabalho?

Enfim, em tempos de modernidade, onde a automação inevitavelmente irá exterminar com a grande maioria dos empregos no planeta dentro de no máximo 20 anos, isso mesmo, daqui há duas décadas, a AI - inteligência artificial e os androides (robôs) irão fazer quase todas atividades humanas de forma infinitamente mais barata. O que será de nós e de nossos descendentes?

Gostaria eu de viver num mundo sem tempo, com tempos melhores. Trocadilhos a parte, precisamos rever nosso tempo, nossos hábitos, nossas crenças, afim de encontrarmos o bem comum, pois os tempos que se avizinham não parecem mada bons, portanto, neste fim de tempo (ano), façamos uma reflexão de nossos atos frente aos outros, ao ambiente e até a nós mesmos. Será que estou fazendo a coisa certa pra mim e pras próximas gerações?

Pense, reflita e aja. Você é uma sementinha de Deus pra fazer florir novos horizontes, mas pra gerar frutos divinos, é preciso começar por algum lugar, então, comece com alguém ao seu lado, bem próximo. Eu comecei por você.

Boa semana - Namastê - AdilsonDi.com

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Prisma sobre outros cíclos

Segundo o IBGE, a expectativa de vida média dos brasileiros em 2017 está em 75,8 anos de vida, sendo que mulheres com 79,4 enquanto homens em 72,9 anos.

- Tá, mas o que tem isso?

- Bom! Se considerarmos que a grande maioria de nós, em breve, viverá até os 77 anos, e se considerarmos que nossas vidas são divididas em ciclos de 7 anos, teremos 12 ciclos ao longo de nossa existência, ou seja, podemos considerar de fato que nossas vidas são um único longo ano. Janeiro é nossa infância vai até aos 7 anos, nosso carnaval vai dos 7 aos 14, o início da grande aula da vida começa no março que vai dos 14 a 21, nosso abril vai até os 28, maio até os 35, o inverno começa a nos esfriar aos 42, demais se sucederão aos 49, 56, 63 e, se possível, aos 77 anos.

"Após escrever este texto, inspirado do nada, fui procurar imagens na internet e achei dezenas de referências a "teoria dos setênios", pois é, literalmente não estamos sozinhos em nada"

Se fizéssemos uma pirâmide de nossos anos ou ciclos, onde o cume fosse a divisão entre a apoteose de nosso aclive e o princípio de nosso declive, a virada de nossos 38,5 anos seria a linha tênue que dividiria as fazes de ascensão e declínio de nossas vidas.

Alguns mais afortunados terão uma vida mais longeva, mas é preciso deixar bem claro, que eles estarão ganhando bônus de novos meses (ciclos) no ano de suas vidas, como se fosse o plus de um 13º ou um 14º salário, por terem tido uma vida mais regrada, onde aproveitaram ao máximo a oportunidade de aprender dentro dos ciclos, mas é preciso que fique claro que eles terão os mesmos 12 ciclos que qualquer outro, e se passarem da média dos demais, é porque suas ações lhes deram o direito de atingir fazes mais evolutivas do conhecimento, para que possam compartilha-los com os menos afortunados.

- Mas que papo é esse de ciclo?

- Bom! Lá vamos nós novamente. Desde nossa concepção estamos sendo lançados para o lado de fora. Fora do pai, depois pra fora da mãe, para o lado de fora de casa, da rua, do bairro, da cidade, do país, e assim por diante. A força centrifuga universal está sempre se expandindo e empurrando nossos seres para fora de nós. Nossa vida é como se estivéssemos em um grande espiral, isso mesmo, num grande espiral como se fosse um grande furacão, que como naqueles brinquedos de parque de diversões, nos empurra para o lado de fora da zona de conforto, jogando-nos ao mundo, longe de nosso eixo central, do nosso eu, fazendo com que estejamos mais preocupados com o lado de fora, do que com o lado de dentro, mais com o exterior, do que com o interior.

Bom, costumamos medir nossas vidas em anos, muitas vezes em meses, semanas, dias, horas, minutos, segundos. Mas se o instante é efêmero e, o que é, já não é mais, já passou, tornou-se um novo momento e, novamente o que passou, passou, já não volta mais. Como podemos viver a plenitude de nossas vidas se na maioria de nossos ciclos estamos na fase de aprendizado, mas que de fato não aprendemos.

Para que possamos ter a pretensão de ganharmos bônus d´outros ciclos, é preciso em primeiro lugar aproveitarmos os que nos são dados como se fossem o último, aproveitando ao máximo para aprender em nossa ascensão, antes de iniciar o declínio natural de nossos tempos, e mesmo quando começarmos a descida, temos que continuarmos a olhar o mundo com olhos de aprendizes, alegrando-nos como se estivéssemos descendo nos divertidos tobogãs, tirolesas, montanhas russas e escorregadores da vida.

É preciso estarmos atentos a cada novo detalhe que nos é apresentado e ao final de cada experiência, compreendermos que de fato pouco ou nada sabíamos sobre ela, levando-nos cada vez mais a certeza de que nada sabemos, tornando-nos humildes frente as verdades da existência.

A vida nos lança em seu grande vortex a fim de sermos expelidos de nosso eu, mas é preciso muita força para mantermo-nos ligados ao nosso eixo central, e para isso, a cada ciclo é preciso criar profundas raízes nas terras férteis da sabedoria, para que nos últimos tenhamos mais alegrias que arrependimentos, para que não precisemos começar tudo novamente noutra vida, evitando assim, o eterno ciclo de renascimentos e mortes como reza o samsara budista.

Aceitemos a pirâmide da vida e as verdades de nossos ciclos. Aceitemos que nossa vida é de subidas e descidas, que tudo esta em ondas de altos e baixos, e que precisamos manter a cabeça erguida, “a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranquilo (Walter Franco)”, seguindo numa linha tênue, retilínea e uniforme ao longo de nossa existência.

Precisamos aceitar, acima de tudo, que existe UMA LUZ que nos ilumina exotericamente fazendo com que possamos ver e compreender o que está fora de nós, e esotericamente, para aqueles mais preparados que conseguem lapidar suas pirâmides de vida com meditação e sabedoria e que tornam suas vidas mais leves, límpidas, desapegadas e transparentes, acabam transformando-as em belos e raros diamantes que transformam a luz que recebem no mais belo espectro de cores, irradiando bons fluidos à todos ao seu redor.

Aceite e transforme a luz que há para você. Se Deus em seu Gênesis disse: "Faça-se a luz!" E a luz foi feita, ainda, se Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas, por que você ainda vive na escuridão? Aceite, aceite, aceite a sabedoria. Aceite meu sincero desejo de que sua vida seja completa de luz e que você receba todo tipo de bênçãos do universo. Se somos ínfimos, e do pó viemos e ao pó voltaremos, façamos com que esta passagem neste plano seja colorida e iluminada à todos que se chegarem a nós.

Namastê - AdilsonDi.com

coloquei vídeo abaixo afim de compararmos o tamanho de nossa existência frente a imensidão do universo